The Happy Toadfish

 

The Happy Toadfish, traduzindo, o Xarroco feliz, é um estado de espírito. Esta mascote que desenhei encomendada por um verdadeiro “Xarroco”, pretende transmitir esse estado de espírito e definir o objectivo a perseguir.

O Xarroco (conhecido pelos comuns mortais como tamboril) é um peixe que os setubalenses adoptaram como símbolo das suas gentes.

Neste caso o Xarroco feliz, simboliza um Setubalense que após muitos anos de sofrimento sob o jugo de uma vida monótona de trabalho, preocupações, depressões e insatisfação com o rumo que a sua vida tomava, viu-se de repente livre e com tempo de sobra para refazer a sua vida e reaprender a ser feliz, o que tem tentado fazer com algum sucesso até.
Esta situação, hoje em dia, é muito comum nos Portugueses na vida activa (6 em 10), é-lhes oferecida a maravilhosa oportunidade de repensarem a vida e serem felizes, grande país que somos isto nem na Suécia e ainda por cima não vão ao mundial, eheheh, chamam-lhe desemprego mas há quem lhe chame “uma excelente oportunidade” para recomeçar a vida.
Como diz o povo “isto é bom, não para quem quer mas para quem pode”.

SAUCE FOR SISSIES…

Eis aqui um exemplo de uma abordagem muito interessante aos atributos de um produto.

Eu sempre achei que a comunicação devia de ser directa, dizer a verdade sobre os produtos e depois o consumidor que decida, eu sei que é de uma ingenuidade atroz, mas quando é  que a verdade deixou de ser um valor importante, quando é que os consumidores deixaram de exigir qualidade e passaram a comprar um simples molho pela imagem, como se fosse um perfume?

Eu, como não gosto de picante muito forte, comprava o segundo da esquerda.

SAUCE FOR SISSIES…good for babies, brats and bikers!

 

Run boy run

Dei de caras com este video do Musico/Realizador Yoann  Lemoine AKA Woodkid  , que confesso nunca tinha ouvido falar, e fiquei congelado.

Estava-me a sentir um pouco perdido, a vida nem sempre é aquilo que sonhamos ser, e de repente voltei a acreditar no que faço, não sei porquê mas alguma coisa neste video, alguma pequena coisa escondida no meio das imagens, alguma coisinha subliminar me fez sentir bem comigo.

http://www.yoannlemoine.com/

https://vimeo.com/woodkidmusic/runboyrun 

 

Stand YGE em Amesterdão

Foi pura coincidência, juro, eu nem gosto de Futebol, mas no dia 15 deste mês estava em Amesterdão a acompanhar a montagem do meu ultimo projecto, um stand para o meu cliente YGE – Yser Green Energy. Quanto ao resultado, do stand claro, foi um sucesso, apesar das dificuldades normais até correu muito bem, melhor do que estava à espera confesso. Enfim saímos de lá com uma vitória, uma autêntica goleada sem resposta.

Quanto à final do Benfica, o que ficou para a história foi uma noite muito bem passada no Grupo desportivo “Os Lusitanos” onde vi o jogo, entre uma multidão de Lusitanos, acompanhado de uns belíssimos pasteis de bacalhau acabados de fazer pela Dona Alzira e umas taças de Terras de Xisto tinto, não me lembro quantas mas lembro-me que no final a desilusão foi muito grande. Depois de ver um Benfica a jogar futebol daquela maneira a única coisa que me veio à memória foi a final do Europeu de 2004, e perder daquela maneira ainda aumentou a azia que o tinto me provocou. Atenção não me estou a queixar do vinho, afinal de contas foi ele que juntamente com os pasteis de bacalhau da Dona Alzira fizeram daquela noite uma noite com histórias para contar , pelo menos daquilo que me lembro…

A crise da divida publica.

Gostaria de aqui deixar a minha visão sobre esta coisa da crise da divida publica e desta coisa da recessão económica…só de ter escrito estas palavras fiquei extremamente deprimido e exausto. Não levem a mal a minha ignorância pois tal como maior parte das pessoas que andaram a viver além das suas possibilidades não estudei estes assuntos das economias e finanças mas como sou casmurro cá tenho as minhas ideias.

Neste sistema económico em que vivemos (a que chamam capitalismo ou economia de mercado não sei lá muito bem) as coisas são simples até para um iletrado como eu, trata-se de produzir coisas para as pessoas comprarem, senão se produzir a coisa não funciona porque as pessoas ficam sem trabalho e sem dinheiro para comprar as coisas que se produzem e se não compram essas coisas as empresas que não produzem são obrigadas a despedir pessoas que ficam sem trabalho e sem dinheiro para comprar essas coisas e assim sucessivamente.

Neste processo ainda existe uma variável há empresas que produzem a mesmíssima coisa e é aí que entram os magos fazedores de “bonecos muita giros e que complicam imenso as coisas”. Na realidade o que eles fazem, e fazem porque sabem de facto como fazer e tal como eu são casmurros e continuam a gramar fazer o que fazem, como dizia, fazem com que a mesma coisa que outros também produzem tenha uma aspecto diferente e pareça de facto diferente e assim as pessoas não sabendo como, e subitamente por efeito deste processo mágico, passam a necessitar desesperadamente de comprar essas coisas para as quais têm de ter dinheiro e as empresas ficam muito contentes porque vendem muitas coisas e assim têm de produzir mais o que leva que contratem mais pessoas que ganhando dinheiro vão comprar mais coisas dessas.

Se conseguiram entender o que acabei de escrever, vão pensar que a coisa até parece simples. Se assim é porque é que isto não acontece? Porque parece que que quem gere este país (e os outros países também, não pensem que estamos sozinhos nisto!!!) não consegue perceber e acha que a razão pela qual sentimos esta súbita vontade misteriosa de comprar coisas é porque somos uns seres bizarros que só querem viver para além das suas possibilidades. Mas esquecem-se de que são eles que advogam a inevitabilidade da existência deste sistema económico que se baseia precisamente no consumo desenfreado de “coisas”.

Senão vejamos, se vivêssemos apenas consoante as nossas possibilidades (leia-se apenas com os ordenados que ganhamos e sem recorrermos aos créditos bancários) nós pessoas comuns não tínhamos casa própria para viver, carro nem pensar, andávamos todos de transportes públicos (ora aqui está um ponto positivo) que parece que também dão prejuízo, férias era um excesso a evitar e assim ainda sobrava algum dinheiro para nos alimentarmos e aos nossos filhos, ou será que ter filhos seria demais? se calhar estou a exagerar nas despesas e a querer viver para além das minhas possibilidades…mas para todo esta festança uma coisa era fundamental…as pessoas têm que ter um trabalho, eu não vejo é como alguém me daria trabalho com uma economia assim tão fraca…

Há uma questão que não me sai da cabeça. Será que estas pessoas são completamente estúpidas?

Não conhecem a anedota do cavalo do Inglês? (não faço ideia porquê do Inglês) parece que quando o Inglês tinha conseguido habituar o cavalo a viver sem comer ele morreu…

É Natal…

Vem aí o natal e com ele os cartões de Natal e os calendários do ano seguinte. Não é um mal, nem uma dor, não é um problema é apenas uma fatalidade.

Até se fazem coisas boas…

Como cozinhar um bom Caril

Pessoal quem gosta de caril vá a um bom restaurante Indiano. Não se ponham a inventar!

Mas o meu é muito bom…pelo menos é o que diz a minha família.

O segredo está naquela cena verde…